“Coisas que tenho andado a fazer”: Parte 1

Olá a tod@s,

 

Tanta coisa para contar e eu decido começar não pelo início mas pelo mais recente episódio da saga ” Coisas que tenho andado a fazer”! talvez fizesse mais sentido começar pelo início, mas apetece-me trocar as voltas às regras e contar-vos o que fiz no último sábado.

Bem cedinho pelo manhã, embalada pelo movimento do Alfa Pendular, cedi, por momentos, aquela emoção que bem conheço, e suspeito que vos seja muito familiar: medo! Puro e intenso, como o café deve ser, mas que na emoção em questão bem se dispensava.

De repente, aquele pensamento gritante a dizer uma montanha de coisas : mas porque te meteste nisto? que tens tu para oferecer que valha a pena? achas que te preparaste bem? e um sábado tranquilo a aproveitar o bem tempo e o descanso, não seria melhor ideia?

Foi apenas um instante curto, que deixou apenas uma ligeira pegada na minha mente e mal cheguei ao local do 1º Encontro de Astrologia Psicológica, organizado pelo Jorge Lancinha com o apoio da Associação Portuguesa de Astrologia e comecei a ver rostos e sorrisos familiares, eis que qualquer vestígio desse instante se foi.

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Valeu a pena!

Como sempre vale quando nos entregamos ao que amamos e renovamos as razões desse amor.

E, neste sábado, partilhado com estudantes recentes e experientes desta maravilhosa linguagem, foi como descobrir, mais uma vez, porque me apaixonei e continuo enamorada pela Astrologia.
O nível de empenho, estudo, dedicação, excelência e criatividade dos meus colegas palestrantes e o entusiasmo do público, foi, decididamente, um sinal evidente do que nos une e do quanto podemos fazer quando utilizamos este ancestral conhecimento e o quanto ainda podemos contribuir para o renovar, adaptar e recriar para poder servir cada vez melhor.

Resta uma profunda gratidão ao Jorge Lancinha pelo convite e pela eficiente organização, aos meus colegas pelas fantásticas apresentações:Bárbara Bonvalot, Jorge Lancinha, Luiza Azancot, Ana Paula Pestana e Patrícia Nazaré Barbosa e ao carinho com que no público nos ouviram e receberam.
Dias felizes destes fazem falta e, por isso, fico sou muito grata por ter podido viver mais um dia destes!

Dias felizes para tod@s

 

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Ir além do Medo.

 

 

 

Quando vais além do medo e te permites falhar e acabas não falhando,

pode ser que seja apenas Vida a manifestar a sua Abundância e Generosidade.

Esta estória começa em meados de outubro de 2017 com um inesperado desafio da Isabel Guimarães: Queres vir comigo fazer o exame de competências astrológicas da ISAR? Queres vir a Belgrado? E ainda acrescentou temos um mês e pouco para nos prepararmos.

Foi como se tivesse passado por um choque térmico profundo…primeiro uma onda quente e agradável a dizer sim, seguida por uma gélida onda de medo que berrava: e se falho??!

Ainda atordoada pelo efeito do choque, acabei por dizer sim, vamos! Devo dizer que a alternância “térmica” que este desafio me provocou, embora com dias em que foi menos intensa durou até à véspera do exame.

Embora me tenha habituado a leituras e audições de Astrologia na língua inglesa, a verdade é que assustava bastante, para não dizer muito, ter que traduzir todo esse conhecimento para inglês escrito. Quem é eterno estudante de Astrologia sabe que se trata duma linguagem bem complexa e cujas fronteiras vão muito além da nossa dimensão humana, e enfrentar um exame que avalia o quanto já percorremos esse caminho já era aterrador, mas acrescentando a questão da língua inglesa, ao contrário da música que diz “a língua inglesa fica sempre bem; E nunca atraiçoa ninguém”, foi absolutamente intimidante.

Nesta estória, como tantas vezes na vida, a cada dia, havia que olhar o medo de falhar nos olhos e dizer: se falhares, nada de mal te acontecerá…será apenas um desafio que fica por vencer, nada mais!

E assim foi! Depois de horas e horas e horas, e ainda mais algumas horas, todas as que os deveres quotidiano permitiam, a rever temas já conhecidos, e apaixonar-me por outros que não conhecia, a trocar dicas e perguntas com a Isabel, com quem interiormente me zanguei tantas vezes pela “descaradeza” de me tirar da zona de conforto, lá fomos nós num avião até Belgrado.

Mal chegadas lá e aqueles pequenos milagres a que normalmente chamamos estranhas coincidências foram-se sucedendo.

Um dos que mais gosto, foi o de termos encontrado o nosso apartamento, aprovado com entusiasmo pelas duas no site do Airbnb, sem a menor noção sobre a geografia de Belgrado mesmo em frente do Keppler Institut (onde se realizaria o exame), mesmo antes de termos conhecimento da morada do mesmo. Mas não referir o lindo sol, depois de longos dias de chuva e céu cinzento, com que Belgrado nos recebeu à chegada, permitindo-nos assim um belo passeio e cobrindo de neve a noite, o que nos deixou tão encantadas que até pareceria que estávamos de férias.

Lá chegou o momento de passar pelas seis horas de exame, que deixaram os nossos neurónios bem cansadinhos mas felizes porque depois de entregue o trabalho, havia que aproveitar e esperar. Não foi nada difícil desfrutar do tempo restante em Belgrado. Entre o passeio pelas ruas, a visita ao museu Nikola Tesla e o tempo passado com os nossos calorosos e inspiradores anfitriães, passou-se um instante e estávamos de volta a casa.

 

Se durante aqueles dias, depois do exame feito, o “choque térmico” tinha passado, durante o tempo de espera pelos resultados foi decorrendo entre a distração e a ocupação de volta à rotina, normalidade interrompida de vez quando em vez, por uma onda gélida: e se falhei? E sempre que acontecia voltava a olhar o medo nos olhos e dizia: que importa? Tentei! (nota: não era bem essa a palavra que usava, mas nem sempre o discurso interno duma mulher tripeira é passível de ser publicado).

Na verdade, com a passagem do tempo e a proximidade da época natalícia, estes efeitos foram desmaiando e foi muito pontualmente voltava a ter que olhar nos olhos do medo para lhe lembrar quem detinha a autoridade no assunto: Eu! Não ele, eu!!

Por vezes, nas minhas consultas, ouço as pessoas trazerem como crença a ideia que precisam livrar-se dos medos. Reconheço que parece tão confortável a ideia de poder caminhar sem medo, que preciso fazer algum esforço para resistir à proposta.
Imaginar que se pode viver sem medo, pode até parecer espiritualmente evoluído (seja lá o que isso seja) mas é absolutamente indesejável, senão impossível.

O medo é tão primordial e tão essencial à sobrevivência que quanto mais o tentamos ignorar mas alto ele tem que berrar para nos proteger.

Se em vez de fugir ou tentar ignorar, o olharmos nos olhos e o escutarmos, é tão mais fácil que parece mentira! Primeira grande vantagem: fica tudo mais sereno, porque em vez de gritos apenas precisamos ouvir palavras de aviso. Segunda grande vantagem: é mais fácil dominar o que nos permitimos encarar de frente, porque tudo que se move fora da nossa visão se torna mais obscuro.

Voltando á estória do desafio do exame, quando já os surtos de medos se iam tornando cada vez mais espaçados e menos intensos, quando a distração se estava a instalar por completo, chegou a notícia que serenou definitivamente o medo e instalou a alegria: o desafio estava superado e o esperado certificado estava a caminho.

Nos primeiros dias, a vontade de ter nas mãos a garantia, que todo este percurso tinha sido real, que o medo tinha cumprido o seu papel, ou seja, garantir que dentro do que me era possível tudo fazer para vencer o desafio, era imensa, mas também ela foi ficando cada vez mais ténue como uma luzinha de presença que quase esquecemos.

E eis que chegado o mês de abril ao dia 13, a materialização deste sonho, na forma duma linda página em formato A4, com o selo ISAR está nas minhas mãos e o medo, responsável pelo desempenho se entrega satisfeito à Alegria e Gratidão!

 

Termino com um agradecimento imenso à Vida pelas lições constantes, à Isabel Guimarães por ser na minha vida, esta inquietação constante que me tira o tapete dos pés e ao medo por me ter levado mais além!

Astrologia para março de 2018

Olá a tod@s,

Já está on line o video para março de 2018:março de 2018

 

Visão março

Diálogos entre duas astrólogas, Carmen Ferreira e Isabel Guimarães sobre a Astrologia para Março de 2018.
Obrigada por gostar, comentar, partilhar e subscrever este canal! O seu feed back é importante para nós!
Para mais informações ou marcação de consultas presenciais no Porto, ou via Skype:
marcacoesfacesisabelguimaraes@gmail.com

 

Até Já*

 

Masters em AstroGenealogia em Portugal

Olá a tod@s,

 

Para mim, este percurso iniciou-se em Dezembro de 2014, na formação inicial em Cascais e terminou em Maio de 2015, aprendendo com o Enzo De Paola esta nova disciplina astrológica, a AstroGenealogia, com vertente interventiva ao nível das questões sistémicas, o Movimentos das Esferas Internas.

Mas, havia um problema…

Durante a primeira parte do percurso, em Cascais, estava acompanhada de outros colegas, nomeadamente do meu querido mestre,Leonel Verdeja, o responsável pela minha presença nesta formação. Quem me conhece, sabe que adoro ter o meu espaço de solidão e silêncio, no entanto, na aprendizagem sempre me pareceu menos agradável a solidão.
Por isso mesmo, foi, para mim, uma grande alegria, acompanhar e apoiar o percurso de novos colegas. Foi uma maravilhosa oportunidade de rever os ensinamentos, verdade, mas o mais importante, foi trabalhar com gente fantástica, trabalhadora, competente e com um enorme respeito pela Astrologia. Mais do que isso, foi um Orgulho!

Um agradecimento especial ao Enzo de Paola, pelo seu trabalho e pela sua capacidade de partilha, e à Isabel Guimarães, pelo seu empenho e vontade de trazer, de novo, esta formação para Portugal.

 

“Qualquer idade é boa para aprender. Muito do que sei aprendi-o já na idade madura e hoje, com 86 anos, continuo a aprender com o mesmo apetite. ” José Saramago

 

 

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Até já*

Feliz Natal

Olá a tod@s,

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Saturno já chegou a casa para passar o Natal e  precisamos preparar esta quadra à sua maneira.

Neste Natal, depois de estar fora de casa desde 1988, ele vem para nos ajudar a crescer e a criar estruturas responsáveis nas nossas vidas.

Vem para nos questionar sobre o que temos andado a fazer, por isso, que nesta quadra saibamos responder ao que é verdadeiramente essencial e encontremos o tempo para valorizar o que realmente vale a pena, porque ele, o Senhor do Tempo e do Carma não tem paciência para floreados inúteis.

Neste dias, celebremos os tempos de esperança em  novas Primaveras.

 

 

Feliz Natal*